Novidades

Abaixo, em ordem cronológica, da mais recente para a mais antiga, confira todas as novidades publicadas pela GLP Net no site. Clique sobre a novidade de seu interesse para mais informações.


Central do cliente
26/12/2011 09:02
Para melhor atender seus clientes, a GLP NET lançou a Central do Cliente, local onde seus clientes podem obter diversas informações, como:- Retirar segunda via do boleto;- Alterar os dados cadastrais;- Ver o extrato financeiro;- Serviços contratados;- Extrato de horas de acesso a internet;- Ver os suportes solicitados. Confira no link da [url href=http://www.glpnet.com.br/login_no_sistema]Área do Cliente.
100 MB/s Rapidíssimo
17/07/2011 05:17
Para os que pensavam que íamos parar nos 30 Mbps, aí vai uma ótima notícia. Devido à ótima aceitação dos nossos serviços e aprovação da nossa qualidade, estamos ampliando novamente nossa rede.O objetivo dessa ampliação é pular para a casa dos 100 Mbps. Isso significará aos nossos clientes um avanço em termos de qualidade de serviço e permitirá inclusive a adesão de novos clientes à rede, uma vez que com tal mudança há fôlego para muito mais.A GLP Net cumpre assim sua agenda de melhorias para o primeiro semestre de 2011.
Saiba um pouco mais sobre internet via rádio
08/07/2011 08:59
O que é isso?WIRELESS - O nome Wireless vem do inglês, significando “sem fio“ (wire=fio, less=sem), sendo comumente utilizado no meio da informática para designar as tecnologias que permitem comunicação sem conexão física direta entre os equipamentos. Isso se dá através de ondas de rádio. A CONECT oferece o acesso à Internet utilizando essa tecnologia, onde você obtém um acesso muito mais ágil e com segurança sem depender de uma linha telefônica.Como Funciona?Através de repetidoras localizadas em pontos estratégicos, o sinal é distribuído aos clientes, sendo que para obter o acesso, o local deve ter “visada“ (enxergar) uma das torres de transmissão. A velocidade de conexão pode chegar a 11 Megabits, sendo 200 vezes mais rápido do que a conexão via linha telefônica com um modem de 56K. Para o acesso empresarial é possível implantar a Internet Via Rádio numa máquina (ou diretamente um roteador) que será o servidor de acesso onde através dela todas as outras estações podem obter o acesso através da rede local.Já no caso dos condomínios, se houver interesse de pelo menos 5 (cinco) moradores em obter o acesso, a CONECT faz toda a instalação necessária configurando um servidor central em cima do prédio com todos os equipamentos necessários para o funcionamento da Internet, bastando o usuário possuir apenas uma placa de rede, neste caso seria cobrado somente a taxa de ativação.Características e Vantagens:1) Acesso contínuo, pois ao ligar o computador você já está conectado a Internet.2) Não utiliza Modem, pois funciona através de rede local.3) Não utiliza linha telefônica, onde você libera a linha e economiza os pulsos.4) Velocidade de conexão no mínimo a 64 Kbits, podendo chegar a 11 Mbits (Dependendo da velocidade contratada).5) Conexão totalmente transparente para o usuário;6) Alta imunidade a ruídos;7) Acesso a todos os serviços que o sistema convencional dispõe, com mais possibilidades;8) Acesso em tempo real e e-mails instantâneos em toda rede;9) Integração completa com sua rede local.
O que é internet via rádio
07/07/2011 10:08
A tecnologia Wireless (sem fio) permite a conexão à internet sem a necessidade de uso de cabos (nem de telefonia, nem de TV a cabo, nem de fibra ótica), através da instalação de uma antena e de um rádio de transmissão. O sinal é recebido em alta freqüência, portanto não interfere em nenhum tipo de aparelho eletrônico. Wireless (wire=fio, less=sem) significa um sistema de antenas interligadas entre si, que transmitem informações via ondas de rádio. Essa tecnologia vem sendo amplamente adotada por se tratar de uma solução que possibilita alta velocidade a um custo semelhante ao da conexão discada. O sistema de acesso Wireless é a maneira mais eficiente de acesso à internet por Banda larga. Pode-se obter velocidade de 128Kbps, 256Kbps, 512Kbps e até 11Mbitis. No funcionamento do sistema existe uma antena, num ponto central e estratégico, que esta conectada ao provedor, e este diretamente ao Backbone internet. Esse sistema coloca o usuário em contato direto com a internet, onde ele poderá navegar a vontade. Porém, as vantagens de se fazer uso do Wireless não param por aí. Este serviço de conexão permite, entre outras facilidades, acesso imediato, sem discagem, sem validação de senha, etc. Basta ligar o computador e você está na internet. A não utilização de telefones, o sistema libera suas linhas para que elas sejam utilizadas para seu fim originário. Com isso você elimina os gastos com pulsos telefônicos oriundos de acesso a internet. Acesso ilimitado (24 horas p/dia), você não tem limitação de tempo para desfrutar de todos os benefícios da internet e o uso do modem torna-se dispensável nesse sistema. Muito Mais Velocidade já que os modens chegam no máximo a 56Kbitis, sua velocidade máxima, que ainda assim dificilmente é alcançada tendo em vista as limitações físicas impostas pelas linhas telefônicas. No acesso via rádio a velocidade mínima é de 128Kbps. O sinal é recebido em alta freqüência, portanto não interfere em nenhum tipo de aparelho eletrônico.
Anatel multa em R$ 3 mil usuário que distribuia internet via…
07/07/2011 00:22
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) multou um morador de Teresina (PI) por compartilhar sua rede Wi-Fi com outros três vizinhos. A multa administrativa aplicada pela Anatel será de R$ 3 mil e que deve ser paga em até 15 dias, de acordo com informações do portal 180 Graus.A Anatel tomou conhecimento do caso em setembro de 2010 e foi até o local para averiguar. Ao constatar a conexão compartilhada, apreendeu os equipamentos e multou os usuários.Segundo os acusados, a Anatel ao constatar a situação lavrou um auto de infração e apreendeu computadores e roteadores, o que para a defesa dos usuários é um ato ilegal da agência, pois a mesma não tem poderes de polícia e nem possuía mandados. A Anatel, por sua vez, afirma que apreendeu apenas um rádio-transmissor operando na faixa de 2,4 GHz e uma antena omni-direcional.O usuário foi notificado e multado por estar prestando serviços de provedor de acesso à internet sem a autorização da Anatel.A defesa dos acusados alega que os vizinhos são amigos e cidadãos de baixa renda, que partilharam a assinatura e mensalidade do serviço de internet da Oi e compartilhavam o sinal por meio de um roteador wireless, para baratear os custos da conexão.Desta forma, segundo os advogados de defesa, não fica caracterizada uma ação comercial dos acusados como acusa a Anatel, pois eles dividiam os valores do serviço e não cobravam nada a mais por isso.“Na Lei Geral das Telecomunicações está previsto que a autorização da Anatel serve apenas quando se pretende explorar o uso para fins comerciais, o que não era o caso. A resolução 272 dessa Lei afirma que para se caracterizar um comércio é necessário a existência de contratos firmados entre provedor e cliente. Entendemos essa ação como ilegal, pois a agência estaria até mesmo restringindo o compartilhamento de um link entre vários usuários dentro de uma mesma residência”, expõe o advogado Paulo Gustavo Sepúlveda, da empresa Viana e Viana Advocacia, que representa os acusados.De acordo com a lei, é permitido ter redes wireless entre residências distintas, mas sem que haja cunho comercial e que o usuário possua uma licença do tipo “Serviço de Rede Privado” que custa R$ 400. A licença comercial para provedor de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) tem maior alcance e custa R$ 9 mil.A lei aponta também que conexões sem fio não devem ultrapassar a área do local que contratou o serviço, mas especialistas afirmam que, embora a Anatel tenha como obrigação fiscalizar este tipo de situação para impedir comércios ilegais e uso inadvertido de frequências de sinais, a agência deveria antes de multar pedir que o usuário se regularizasse.Por meio de comunicado, a Anatel afirmou que identificou muitos usuários conectados a essa rede descoberta em Teresina, inclusive por residências mais distantes, caracterizando um serviço de provedor de acesso.“Por meio de software de monitoramento, os fiscais da Anatel detectaram diversos usuários conectados ao provedor, inclusive de residências mais distantes. Estas e outras provas foram essenciais para constatar a exploração comercial do serviço sem autorização, infringindo os artigos 131º e 183º da Lei Geral de Telecomunicações. A Anatel ressalta que é dado ao autuado o direito de ampla defesa, e que nenhuma penalidade é aplicada sem direito ao contraditório”, afirmou a Anatel.Ainda cabe recurso administrativo da defesa para a anulação do processo.Fonte: Info Online
Dicas de segurança para internet
07/07/2011 00:10
• Lembre-se de que as relações estabelecidas na Internet são relações interpessoais e, por isso, é importante ter os mesmos cuidados tomados no contato pessoal do dia a dia: não revele a estranhos informações pessoais que possam comprometê-lo ou comprometê-la, tais como: endereço, telefone, seu nome completo, nome de familiares, local de trabalho, nome da escola onde estuda, dados que indiquem sua rotina;• Jamais se deixe fotografar em cenas comprometedoras, através de webcam, celular etc., tampouco envie qualquer foto sua, através da Internet ou celular, que possa comprometê-lo ou comprometê-la. Por mais que você confie na pessoa para quem está enviando a foto, esta pode cair em mãos erradas e causar-lhe transtornos e prejuízos irreparáveis;• Preserve sua intimidade: não divulgue informações, contatos, fotos ou vídeos pessoais e tenha cuidado ao realizar negócios e manter relacionamentos via Internet;• Tome cuidado com novas amizades, procurando referências antes de considerá-las como conhecidas;• Não seja precipitado(a) ao marcar encontro com amigos virtuais, pois ainda que pareçam ser de confiança, continuam sendo desconhecidos. Se for marcar um encontro, procure fazê-lo em lugares movimentados, como, por exemplo, em um shopping center e nunca vá desacompanhado(a);• Antes de publicar algo, lembre-se de que não são apenas os seus amigos e pessoas honestas que utilizam a Internet;• Desconfie das pessoas e dos sites que desrespeitam as leis e promovem a intolerância ou se manifestam em desacordo com a ética;• Não instale em seu computador programas não-autorizados, não-licenciados (programas “piratas”) ou de origem desconhecida;• Utilize em seu computador um programa firewall, um software antivírus e aplique mensalmente as atualizações mais recentes fornecidas pelo fabricante do sistema operacional e do software antivírus;• Não clique em links da web presentes em e-mails, nem abra arquivos anexos enviados por pessoas desconhecidas. Em caso de dúvidas entre em contato com o remetente da mensagem antes de clicar em um link ou abrir um arquivo anexo;• Seja ético(a), educado(a) e aja de acordo com a lei;• Seja cidadão(a) e denuncie o que encontrar de errado na InternetFonte: Cartilha da OAB-SP para o Uso segura da internet por toda a família
O que as teles não fazem, é a lan house que faz
06/07/2011 23:52
A pesquisa divulgada hoje pela Folha de S. Paulo só comprova – se isso ainda precisasse ser provado – a necessidade de implantação imediata do Plano Nacional de Banda Larga.Não é crível que um país dependa de “lanhouses” para praticamente a metade dos usuários de internet ter acesso à rede em condições razoáveis de qualidade.De qualidade, porque de preço, a R$ 2 a hora, como indica a pesquisa, certamente não é.É um retrato, também, da incapacidade e do pequeno interesse das telefônicas em prover acesso razoável a seus usuários, pois se perto de 90% dos dominícílios possuem telefone fixo ou móvel, e o computador já ser um bem disponível em cerca de 40% dos domicílio, o fato de ainda metade dos acessos ser feita de lan-houses demonstra que é a inviabilidade de conexão em preço e qualidade viáveis que nos leva a estes números.O Tijolaço, não é segredo para ninguém, tem uma posição de princípio sobre setores estratégicos da economia – como petróleo, energia hidroelétrica, determinadas atividades minerais – pertencerem e serem geridos pelo Estado.Assim é, também, nas telecomunicações.Há, porém, uma diferença essencial entre esta e os demais.Aqueles, podem esperar que o Estado brasileiro se reconstrua, após o desmonte que vem sofrendo desde o final dos anos 70, para explorá-los. A riqueza potencial está lá e, mais importante do que explorá-la rápido, é explorá-la bem, em favor da população.Nas telecomunicações, ocorre o inverso. Dotar o país e a população de acesso à comunicação – e comunicação é, hoje, transmissão de dados – tem de ser para já. E já ainda é tardeÉ compreensível que, em função da necessidade de resultados, o Ministro Paulo Bernardo esteja procurando soluções que utilizem a infraestrutura e, sobretudo, a capilaridade da rede das operadoras de telefonia.Mas é importante jamais deixar de lembrar que elas são concessionárias de telefonia, não de acesso à internet.E não parar, por um segundo que seja, os investimentos para dotar o país de uma rede de transmissão de dados poderosa e geograficamente bem distribuída.Se é para isso que o poder público quer se desonerar dos pesados investimentos de distribuição domiciliar de sinal, muito bem. Desde que haja preço e qualidade e – sobretudo – punição para o descumprimento de metas quantitativas e qualitativas, é claro.Mas não para deixar o sistema como é, porque foi isso que nos levou a ficar na mão das teles.E, de outro lado, é preciso agir ao menos no regramento da distribuição domiciliar, para permitir a competição e o barateamento neste serviço.Há várias providências imediatas a serem tomadas, pela União, pelos estados e municípios.A primeira, e mais importante, é democratizar o uso das redes físicas de telefonia, que podem, sem prejuízo de seu funcionamento, suportar o tráfego de dados em frequências diferentes. É o famoso e impronunciável unbudling, que jamais é regulamentado de forma eficiente e acessível.Mas há várias outras, que dependem de que o poder público, em todas as esferas, pare de achar que conexão com a internet é artigo “de luxo” e não uma necessidade de serviço básico comparável a qualquer outra, como água e luz.Algumas são de extrema simplicidade e baixíssimo custo, como, por exemplo, estabelecer a obrigatoriedade de instalação de antenas para recepção de internet via rádio em todas as novas constuções multifamiliares ou condominiais, com cabeamento a cada domicílio. O custo é, praticamente, zero e há centenas de provedores de pequeno porte ávidos por explorar este serviço, capazes de arcar com os custos de distribuição do sinal.As concessionárias de água, esgotos, eletricidade e gás também podem ser obrigadas, para obter financiamento, a utilizar tecnologia bitubo – a Paraíba já tem estruturas assim funcionando, com ótimos resultados – em suas novas redes, criando uma opção de distribuição de acesso que vá reduzindo o “monopólio do poste”.As próprias lan-houses, aos milhares, são importantes pontos de ação para a democratização do acesso. Uma política de licenciamento, isenção de impostos, garantia de preço baixo nas duas pontas – do provedor e ao usuário -, e de uso sinérgico com outras atividades públicas e privadas é indispensável para que o parco direito à comunicação que estes milhões de pessoas vêm tendo seja potencializado e ampliado. Até porque é um micronegócio, de baixíssima lucratividade, mas que, como mostra a pesquisa, têm um enorme valor social.Enfim, isso é matéria para técnicos. Para nós, o mais importante é entendermos que o acesso à internet se tornou não apenas uma necessidade, mas um direito básico e inalienável do cidadão. E que, por isso, o Estado não pode abrir mão de ter não apenas o controle, mas os meios próprios para provê-los.Se é necessário, para a agilidade, usar o potencial instalado dos concessionários, que se o faça, com regras e controle sérios e bem definidos. E que não fiquem dependendo exclusivamente da Anatel. Mas que não se perca de vista nem por um dia que é preciso dotar o país de uma rede poderosa e ampla de transmissão de dados sob controle do próprio Estado, porque só ele pode fazê-la e só ele pode garantir que todos a ela tenham acesso.Até porque, com o desenvolvimento tecnológico e o crescente valor econômico e social que as telecomunicações agregam às atividade humana e ao progresso, comunicação é algo que custa cada vez menos, mas vale cada vez mais.Fonte: Tijolaço - Blog do Brizola Neto